Esta é uma crônica poética.
Natureza Bela
Sentada no banco de uma praça observo a natureza. Como é impressionante o que Deus faz. Obras divinas e abençoadas nunca se desfazem por conta própria.
Ventos uivantes são o suficiente para as folhas derrubar. Sombras refrescantes ao dia, à noite, por sua vez, se tornam sombrias.
Natureza, não acabe, você é tão bela! Homens impiedosos, cortam suas pernas, deixando que caístes com tamanha crueldade. Homens: seres criados para pensar, mas estão se comportando como animais.
Não era para ser assim. Oh Bela Mãe-Natureza! Todos amam suas paisagens, porém o egoísmo acaba sendo mais forte, a ponto de cegar aqueles que só pensam em dinheiro. Sem tu não existes nada de lindo, nada de inspirador. O que faremos quando tudo isso acabar?
Perda de tempo tentar conscientizar quem não quer nos escutar. Mãe natureza acabando. O Sol já se pondo para um dia nunca mais acordar de seu sono profundo. Daí verá o quanto estava-mos errados, porém quando esse dia chegar, já será tarde demais.
Esta próxima é uma crônica baseada no cotidiano.
Notícias
Pego meu jornal e vou para a sala, sentar em minha costumeira cadeira de couro preto. Leio as principais notícias: "Assalto a joalheria termina em morte na Capital"; "Sequestro em Joanópolis acaba com mortes de inocentes"; "Mensalão prejudica salariados". Por que só tem notícia ruim, de tragédias e mortes? Por que tudo o que é noticiado em destaque nas manchetes do jornal são acontecimentos em grandes cidades? O problema do esgoto a céu aberto aqui perto de casa ninguém fala; das rachaduras nas avenidas da minha cidade ninguém se importa em fazer uma reportagem.
Cidade pequena. Essas sim sofrem um bulling danado, pois os acontecimentos que, para nós moradores, são catastróficos, são tratados como senão existissem. Se a cidade já é esquecida do mapa das notícias, imagina os moradores então? Parecem que são formigas que podem ser pisoteadas sem problema algum.
Cada presidente que passa pelo poder do país faz varias promessas, realizando-as em partes. Como o meu pai dizia: "Você só varre aonde o padre passa." É a mesma coisa que está fazendo o governo de hoje em dia, só dão um jeito aonde eles mesmos veem. Educação que falam que irão melhorar, porém nunca melhoram; a saúde pública que está em pura decadência a cada dia que passa. Tudo o que é público só piora e o que é particular só encarece. Isso ninguém põem no jornal.
Como vão tirar as crianças das ruas se não fazem algo para atrai-las da forma adequada? Isso também ninguém coloca no jornal.
Queria ver os filhos de quem trabalha no senado estudar em escolas públicas como todas as outras. Acho que só assim acreditariam na real situação. Isso mesmo. Deveria ter uma lei assim.
Revoltado com essa situação, dobrei o jornal e o joguei no canto da sala. Nada que estava escrito lá me interessava.
Coloquei o sapato e fui dar uma volta para esfriar a cabeça.
Esta próxima é uma crônica baseada no cotidiano.
Notícias
Pego meu jornal e vou para a sala, sentar em minha costumeira cadeira de couro preto. Leio as principais notícias: "Assalto a joalheria termina em morte na Capital"; "Sequestro em Joanópolis acaba com mortes de inocentes"; "Mensalão prejudica salariados". Por que só tem notícia ruim, de tragédias e mortes? Por que tudo o que é noticiado em destaque nas manchetes do jornal são acontecimentos em grandes cidades? O problema do esgoto a céu aberto aqui perto de casa ninguém fala; das rachaduras nas avenidas da minha cidade ninguém se importa em fazer uma reportagem.
Cidade pequena. Essas sim sofrem um bulling danado, pois os acontecimentos que, para nós moradores, são catastróficos, são tratados como senão existissem. Se a cidade já é esquecida do mapa das notícias, imagina os moradores então? Parecem que são formigas que podem ser pisoteadas sem problema algum.
Cada presidente que passa pelo poder do país faz varias promessas, realizando-as em partes. Como o meu pai dizia: "Você só varre aonde o padre passa." É a mesma coisa que está fazendo o governo de hoje em dia, só dão um jeito aonde eles mesmos veem. Educação que falam que irão melhorar, porém nunca melhoram; a saúde pública que está em pura decadência a cada dia que passa. Tudo o que é público só piora e o que é particular só encarece. Isso ninguém põem no jornal.
Como vão tirar as crianças das ruas se não fazem algo para atrai-las da forma adequada? Isso também ninguém coloca no jornal.
Queria ver os filhos de quem trabalha no senado estudar em escolas públicas como todas as outras. Acho que só assim acreditariam na real situação. Isso mesmo. Deveria ter uma lei assim.
Revoltado com essa situação, dobrei o jornal e o joguei no canto da sala. Nada que estava escrito lá me interessava.
Coloquei o sapato e fui dar uma volta para esfriar a cabeça.
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