Contos


O sonho de um grande amor

Uma menina inocente como toda criança é, com apenas dez anos de idade, já sonhava com o seu grande amor.
Todos a elogiavam por ter uma mente muito avançada para sua idade. Não era normal ver aquilo.
Já não gostava de brincar de boneca e joguinho nada a ver como as outras crianças brincavam. Ela só queria descobrir as coisas a sua volta, tinha uma sede pelo conhecimento.
Achava-se muito sonhadora, pois sempre pensou grande e no final tudo não era bem aquilo que ela pensava ser verdade.
Sempre tinha uma visão do mundo completamente diferente. Uma visão totalmente diferente do mundo amoroso também.
Um menino carinhoso, que realmente se importasse com ela, não a trocasse por qualquer uma, estar lá sempre que precisasse, tudo isso e mais um pouco. O cara perfeito, mas com o passar dos anos, ela começou a acreditar que esse tal “cara perfeito” ficasse somente na imaginação. Pura criação dela. Com vários meninos por ai que gostavam dela, ela por sua vez não conseguia se interessar por nenhum deles, só ficava a procura do seu “cara perfeito”.
De tanto procurar e nada de acha-lo, simplesmente desistiu de procurar por ele:
“O que tiver que ser meu será. No momento certo irá aparecer, ninguém irá toma-lo de mim”, assim pensava.
Então, quando menos esperava, aconteceu. Um amor brotou no seu coração, fazendo-a abrir um enorme sorriso para vida. Mas isso aconteceu pela internet, coisa que ela pensava ser impossível.
Quando os dois se encontraram pela primeira vez, ela teve o maior susto da sua vida: ele era igualzinho aos meus sonhos. E concerteza ele também tomou o mesmo susto que ela.
Parecia uma paixão antiga, que, com o tempo foi cultivada e agora se reencontraram... Mas isso que era estranho, pois nunca havia o visto antes, como que essa paixão poderia ter sido antiga? Na hora não caiu a ficha, ela só queria aproveita o momento. Só depois é que ela pensou nessa parte e concluiu desacreditada, mas não tinha outra explicação:
São duas almas de vidas passadas que se amava incondicionalmente que, na hora de reencarnação, escolheu os corpos de dois humanos, que por coincidência era o dela e o dele para assim continuar esse amor tão puro.
Um sonho que pensava ela, não ter sentido, hoje sabe que era apenas um respiratório para o espírito deles são serem pegos desprevenidos.



Noite de Sexta-Feira

Em uma noite de sexta feira, todos estavam dormindo tranquilamente, como se fosse mais uma noite comum, pena que eles estavam enganados, mal sabiam eles o que o aguardavam.
 Na sala, a TV ligou e o radio no ultimo. A mulher foi ver o que estava se passando no comodo. Entrou e encontrou um rastro de sangue que levava até ao banheiro. Ela queria desligar a TV, mas não encontrava o controle, queria desligar o radio, mas quando tentava encostar o dedo para poder desligar, levava choque, queria acender a luz, mas percebeu que estava queimada. Então seguiu o rastro. Chegando perto do banheiro, algo a puxou, fazendo-a cair de rosto no chão. Sentia uma lamina de alguma coisa passar por suas pernas e braços, cortando-a profundamente. Depois disso, tudo se calou.
 Na manhã seguinte, todo o resto acordaram mais tarde, por volta das dez horas. Os filhos, como de rotina, foram até o quarto da mãe para acorda-la com abraços e beijos, porém não a encontraram. Chamaram desesperados por ela, sem nenhuma resposta. O mais velho, pensando que sua mãe estivesse ocupada no quintal, desistiu, enquanto o mais novo ainda procurava. O mais velho decidiu então ir ao banheiro. Olhou para o chão, vendo uma poça de sangue e estranhou. Mas, mesmo assim, abriu a porta. Sua mãe estava lá, dependurada pelo pescoço, amarrada por ele no chuveiro, toda cortada e desfigurada. Ele ficou em choque, não conseguia se mexer e nem gritar. Quando saiu do choque procurou o irmão e depois a vizinha para lhe mostrar.
 A mulher foi enterrada, porém não se sabe o motivo da morte e todos que mudam para essa casa, morrem.


Em uma noite sombria, tudo pode acontecer II


Jade e Fabricio e suas filhas Marthy e Beily acabaram de mudar para uma casa com um historico muito macabro. Todos que ali moraram, morreram sem seus corações.
Na noite de sexta-feira, todos decidiram ir dormir mais cedo. A filha mais velha, Marthy, era a unica que ainda acordada. Ela escuta barulhos de correntes sendo arrastada pelo quarto de hospedes. Começou a ficar com medo. Queria chamar a irmã que dormia que dormia tranquilamente na cama ao lado, mas sentiu suas pernas e braços presos. Seus pulsos foram cortados de uma forma profunda e certeira em sua veia. Deu um grito, acordando somente sua irmã. A mais velha se cala e desmaia na cama. Beily fica com medo e pergunta se a irmã esta bem, Marthy vira a cabeça a 180º e depois para e encara sua irmã, levanta e anda de costas, porém a cabeça voltada para Beily, ainda encarando. Beily não consegue gritar, o medo tampa sua garganta. Marthy da um sorriso malicioso e diabólico ao mesmo tempo. Puxa Beily pelos pés, deixando seu rosto inteiro desfigurado, desce a escada e a esquarteja.
Vai até o quarto de seus pais e faz o mesmo.
O espirito que tomou conta de Marthy sai dela, levando junto a sua alma.

Em uma noite sombria, tudo pode acontecer I


Estava escurecendo quando eles resolvem dormir, pois estavam muito cansados. Acabaram de se mudar. Mal sabiam o que teriam que passar.
Nessa casa, a  antiga dona morreu de uma causa desconhecida, porem muito torturada. Seu corpo foi totalmente mutilado. Quando foi enterrada, não abriram o caixão, pois só havia seus restos mortais lá dentro.
O casal estava dormindo tranquilamente quando a mulher ouve choros dentro do segundo quarto. Pediu para seu marido ver o que era.
Passou-se mais de uma hora, sem que ele voltasse. Ela, com muito medo, foi ver o que estava acontecendo, pois parecia tudo muito estranhamente calmo.
Chegando perto do quarto, a luz piscou e viu um vulto e quando a luz voltou, tinha um rastro de sangue até o banheiro. Entrou primeiro no quarto sem pensar, gritando e calou-se de repente ao ver somente a cabeça do seu amado no chão. Todos os seus pedaços estavam espalhados pelo cômodo.
Uma voz que vinha do banheiro dizia que esse era o seu destino. Morrer.
De repente o vulto passou por ela e a cortou, depois começou a piscar todas as luzes da casa.
Uma mulher vermelha- pois nem tinha como saber que cor era sua pele de tanto sangue que estava sobre ela  - parou a poucos centímetros dela e arrancou seus olhos. Cortou-a inteira, deixando seus pedaços pela casa.
Hoje, quem morará lá, morrerá da mesma forma.

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